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O documentário de Eduardo Coutinho


Consuelo Lins (2004), em O Documentário de Eduardo Coutinho - televisão, cinema e vídeo, reconstrói a trajetória de Eduardo Coutinho, desde sua fase inicial na televisão e no programa Globo Repórter, na década de 70, até se tornar o maior e mais respeitado documentaristas brasileiro. 

Documentário no Brasil


No Brasil, assim como em diversos outros países, o cinema documentário nasceu pelo fascínio de registrar com fidelidade alguns eventos: festas, desfiles, cortejos etc. Durante a segunda e a terceira décadas do século XX, os antropólogos começam a adaptar este novo suporte para suas pesquisas de campo. Era o início, ainda que tímido, do documentário etnográfico brasileiro.

Estilos de documentários


Bill Nichols defende que cada documentário tem uma voz própria, ou seja, uma maneira particular de relatar as coisas do mundo.  Para ele existem seis estilos principais de documentários: poético, expositivo, participativo, reflexivo e performático. 

Primeiros documentários


Segundo Manuela Penafria (1999), dois filmes marcam o nascimento da prática documental: Nanook, o Esquimó (1922), de Robert Flaherty, e O Homem da Câmera (1929), de Dziga Vertov. São essas duas produções que abrem caminho para a afirmação da identidade do filme documentário e do documentarista.